4 dicas para quem sonha em criar uma startup global

4 dicas para quem sonha em criar uma startup global

A maioria dos empreendedoras sonha – ou já sonhou – com a possibilidade de tornar seu negócio global ou pelo menos de criá-lo com intuito de, no futuro, estar apto para se estabelecer em outros terrenos. Essa vontade, no entanto, não é tão simples quanto parece.

Para que o sonho se torne realidade, é fundamental conhecer a cultura, os costumes e a economia dos países que estão na mira do plano de expansão de sua empresa e organizar o passo a passo do seu plano de negócio desde quando ele ainda é uma ideia.

Um caso brasileiro de sucesso internacional é a Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, fundada em 2014 pelo curitibano Alessio Alionço. A empresa foi criada com o objetivo de atingir outros polos, além das fronteiras brasileiras. “Nós percebemos que é muito mais fácil ser global desde o primeiro dia do que migrar de um produto local para um produto global posteriormente”, conta Alionço.

Pipefy
Foto: Eduardo Macarios/Divulgação/Pipefy

Hoje, a plataforma em nuvem da Pipefy está presente em 15.000 empresas, que vão de pequenos negócios como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco, a grandes empresas como Accenture, IBM, Santander e Wipro, passando por startups que já receberam investimentos, como a Olist e a Nibo.

Além de uma sede em Curitiba, no sul do Brasil, a startup global também está instalada no berço das empresas inovadoras, o Vale do Silício, e já atende clientes em mais de 150 países, quase 77% de todo o mundo.

“O Pipefy foi projetado para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores. Com a plataforma, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, tecursos humanos, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de Tecnologia da Informação”, explica o empreendedor paranaense.

Alessio Alionço elencou 4 dicas para quem sonha em criar uma startup global. Confira!

1 – Planejamento é tudo!

Antes de se aventurar em terras internacionais, planeje, desenhe e estruture seu negócio. É fundamental querer que a empresa seja global antes mesmo dela sair do papel. Então defina seus objetivos, o que deve ser alcançado e em quanto tempo e crie um ambiente propício para isso.

2 – Hora de pesquisar

Se o projeto está na mão, é hora de definir os mercados para se inserir. Pesquise tudo! Conheça a cultura, os costumes e, principalmente, a economia dos países que pretende buscar expansão.

3 – Seja universal

Não é à toa que a língua inglesa é considerada universal. Para alcançar resultados ainda mais promissores, é indispensável saber se comunicar em inglês.

Então não perca tempo e invista em aulas para aprender o idioma. Estude, viaje, treine e torne sua equipe apta não só a falar, mas a persuadir no ambiente de trabalho.

4 – Sempre o melhor

Seu produto deve ter um diferencial para se destacar diante dos demais. Ofereça aos clientes um design bem feito, em inglês, com experiência 100% self-service. Desse modo, é possível causar um alto impacto no interessado, que, depois de totalmente engajado, estará disposto a comprar o produto.

Sobre a Pipefy

A Pipefy é uma empresa global de SaaS (Software as a Service – ou Software como Serviço) que fornece uma plataforma de gestão e automatização de processos, relatórios, aprovações e recursos focados no gerenciamento de equipes sem depender de Tecnologia da Informação para a implementá-los.

Atende empresas em todos os segmentos, em 150 países, incluindo empresas como: Santander, Volvo, Capgemini, Accenture e Localiza. Sua plataforma possui uma interface intuitiva e fácil de usar, além de modelos de processos específicos para diferentes departamentos que permitem modelar e rodar novos processos dentro de poucos minutos.

Em 2018, a startup global levantou US$ 16 milhões em sua rodada de investimentos Série A, encabeçada pela OpenView Partners, firma de venture capital focada em empresas em fase de expansão, além da Trinity Ventures. A Redpoint Ventures e a Valor Capital, que já haviam investido na plataforma, também participaram da rodada.

Outros investidores da companhia são a 500 Startups, o Founders Fund (do fundador do Paypal, Peter Thiel) e os fundadores da Zendesk, Morten Primdahl e Alexander Aghassipour. Os fundos estão sendo utilizados para escalar as operações da empresa à medida que a Pipefy expande suas equipes tanto em São Francisco como no Brasil.

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